Em breve o seu Mojito poderá ser feito a partir de uma mistura em pó Foto: Wikimedia Commons

Em breve o seu Mojito poderá ser feito a partir de uma mistura em pó
Foto: Wikimedia Commons

uito em breve, quando você quiser tomar um drink, talvez o barman te entregue um copo de água e um sachê cheio de pó. Nos EUA, o governo está em vias de aprovar a produção e venda de Palcohol, que nada mais é do que alcool em pó.

O Palcohol será produzido, inicialmente, em 6 sabores: V, feito a partir de Vodka, R, que equivale ao Rum, Cosmopolitan, Mojito, Powderita – a Margarita e Lemon Drop. Todas elas equivalem a um shot de bebida, que pode ser misturada a água ou até mesmo a refrigerante ou suco (pra fazer Rum com Coca-Cola, por exemplo). Um pacotinho tem cerca de 80 calorias distribuídas em 30 gramas de pó, que devem ser misturados a 150 ml de água para virarem um drink.

As versões em pó dos drinks foram criadas pelo empresário Mark Phillips, autor do livroSwallow This – The Progressive Approach To Wine, e de acordo com ele, foram inspiradas pela vontade de tomar um drink em situações em que uma garrafa não é a melhor opção de transporte. Cada pacotinho das versões de drinks tem álcool em pó, flavorizantes naturais e açúcar pra adoça. As versões de vodka e rum, mais simples, podem inclusive ser usadas para cozinhar – o site fala em usar o V como parte do tempero de uma salada, por exemplo.

Para evitar ideias idiotas como a de aspirar os pó dos saquinhos, o site oficial explica que adicionou volume ao pó propositalmente, para que os efeitos de aspirar o Palcohol sejam bem mais fracos que beber e isso desencoraje usos indevidos dos drinks em pó.

O processo de produção – que transforma álcool de líquido a pó – é um dos segredos mais bem guardados da empreitada, e a fórmula está sendo patenteada.

De acordo com o site oficial da marca, o produto já foi aprovado, mas há uma discrepância nas embalagens, que terão que ser reformuladas antes da aprovação. Os criadores esperam colocar o Palcohol no mercado no fim desse ano.

 

Fonte: Revista Galileu